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Exército identifica corpo de major que estava desaparecido no Haiti
Major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho servia no Estado-Maior. Ele desempenhava a função de observador militar da missão da ONU.
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O Comando do Exército informou neste domingo (17) que foi identificado o corpo do major Francisco Adolfo Vianna Martins Filho, que se encontrava desaparecido na cidade de Porto Príncipe, capital do Haiti, desde o terremoto de 12 de janeiro.


Segundo o Exército, o major Francisco Adolfo Vianna, que servia no Estado-Maior do Exército, se encontrava desempenhando as funções de observador militar da missão das Nações Unidas para a Estabilização do Haiti (MINUSTAH).

 

Com isso, sobe para 17 o número de brasileiros mortos na tragédia. Ainda há três militares desaparecidos. Entre as vítimas do Brasil, estão também o diplomata Luiz Carlos da Costa, que ocupava o segundo cargo mais importante da ONU no Haiti, e a médica sanitarista e fundadora da Pastoral da Criança, Zilda Arns.

Nota de pesar

Mais cedo, neste domingo (17), o comandante do Exército brasileiro, general Enzo Martins Peri, expressou, em nome da institiução, o "mais profundo pesar" aos familiares e amigos pela "perda prematura" dos "capacetes azuis - soldados da paz".

"Todos "combateram o bom combate", levando àquela nação amiga, castigada por violências de diferentes naturezas, o que a gente brasileiras mais possui: solidariedade, alegria e esperança", disse ele, por meio de comunicado à imprensa.

Saúde dos militares feridos

O Comando do Exército também informou neste domingo que os 16 militares feridos provenientes do Haiti permanecem internados no Hospital Geral de São Paulo. "O quadro clínico de todos é bom e estável, alguns inclusive com condições de alta hospitalar", informou o Exército.

 

De acordo com a instituição, todos militares permanecerão internados até o término do período de quarentena, para a realização de "exames complementares previstos para os militares que participam da Missão das Nações Unidas para Estabilização no Haiti (MINUSTAH)".


"Nenhum militar necessitou transferência para a Unidade de Terapia Intensiva.
A maioria apresenta pequenas lesões sem gravidade (fraturas, entorses e escoriações) e todos estão recebendo cuidados de equipe multidisciplinar, visando um período de recuperação mais curto", concluiu o Exército, por meio de nota à imprensa.

Fonte: G1

 
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Notícia Postada em 17/01/2010 por: Eudes Moura

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